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O fim?
Depois de uns dez anos e cinco filmes de sucesso (com mais dois a caminho) a Pixar rompeu contrato com a Disney, deixando o estúdio do Mickey a ver navios. Quem se liga um pouco em bilheterias sabe que os últimos sucessos da Disney estavam todos atrelados a parceria com a Pixar.
Filmes como Procurando Nemo, Monstros S.A., os dois Toy Story e Vida de Inseto seguraram e muito as pontas da Disney que acumulava fracassos com suas animações tradicionais como Atlantis e Terra dos Tesouros. O medonho Dinossauro, tentativa da Disney de enveredar pelo campo da animação computadorizada, se não foi um total fracasso, provou que em matéria de roteiro a Pixar dava uma banho. O que não deixa de ser curioso é ver várias pessoas pregando o fim da Disney. É um baita exagero. Apesar do estúdio não estar 100%, ainda acerta com alguns longas como Tarzan e o mediano A Nova Onda do Imperador. Prever hoje o fim da Disney é o mesmo que em 1998, prever o fim da Warner.
Naquela época, depois de ter lançado o fraco Batman & Robin, o bizonho Os Vingadores e Velocidade Máxima 2 (sem comentários), o estúdio estava naufragando no box office. E não é que, em 2004 a Warner tem em mãos a trilogia Senhor dos Anéis, a trilogia Matrix, os dois Harry Potter com os direitos dos outros livros do bruxo, ganhando assim dinheiro aos borbotões. Ou seja, os que choraram há cinco anos atrás estão rindo à toa hoje. Quem sabe amanhã não é o Mickey e seus comparsas que estarão rindo?
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